Ana Maria Braga recebe no programa Mais Você o médico otorrinolaringologista especialista em Halitose Dr.Salomão Carui assista o vídeo aqui Mau hálito tem solução, saiba mais
HISTÓRICO:
Halitose (Latim) halitus = ar expirado e osis = Alteração patológica.
O mau hálito (ou halitose) existe na população desde o princípio da humanidade.
Tanto em referências históricas, como na literatura (principalmente em comédias e tragédias) existe a menção de personagens que apresentam terrível hálito.
Titus Marcius Plautus (254 - 184 a.C.), dramaturgo romano, classificou o “mau cheiro da boca” como uma das muitas causas da infidelidade conjugal, e deixou escrito: “O hálito de minha esposa tem um cheiro horrível, melhor seria beijar um sapo”.
Encontramos referências também no Antigo Testamento da Bíblia: Jó (19.17) “... O meu hálito é intolerável à minha mulher,...”
Plutarco (6 – 120 d.C.) em “Escrevendo sobre Moralidade”, diz que o tirano Heron de Siracusa, após ter sido informado pelo médico sobre seu hálito, repreendeu sua esposa dizendo: “Por que não me advertiste que meu hálito te fere a cada vez que te beijo?” Ao que ela respondeu: “Sempre pensei que o hálito de todos os homens tivesse esse terrível odor!”
O autor Russo P. Süskind (1855) em seu ensaio “O Perfume” : ...E vai o aroma do hálito diretamente para o coração, distinguindo-lo categoricamente entre atração e menosprezo, nojo e prazer, amor e ódio...”
Em 1874, Howe descreveu a halitose como entidade clínica e passou a estudá-la.
Em 1994 no artigo publicado pela revista Reader’s Digest menciona-se que a halitose afeta de 30 a 40% da população Norte-Americana.
Desta forma, até há poucos anos, a solução do problema foi deixada para as grandes companhias farmacêuticas, e seus produtos expostos como a grande solução dos problemas, que na verdade apenas mascaram temporariamente a halitose.
FATORES DESENCADEADORES DE HALITOSE:
1- Halitose da manhã;
2- Halitose da desidratação;
3- Halitose do estresse psicológico;
4- Halitose essencial;
5- Halitose por peças protéticas odontológicas porosas;
6- Halitose da fome e do regime (hipoglicemia);
7- Halitose da boca seca (xerostomia);
8- Halitose por alterações morfológicas da língua;
9- Halitose por doença periodontal;
10- Halitose por neoplasia;
11- Halitose por estomatite;
12- Halitose por míliase;
13- Halitose por amigdalite caseosa;
14- Halitose por faringite;
15- Halitose por rinossinusite;
16- Halitose por adenoidite;
17- Halitose por alteração respiratória nasal (desvio septal, p.e.);
18- Halitose por tabagismo;
19- Halitose por hipoglicemia;
20- Halitose por alterações hepáticas;
21- Halitose por alterações renais;
22- Halitose por alterações pulmonares;
23- Halitose por alterações gástricas;
24- Halitose diabética;
25- Halitose da febre reumática;
26- Halitose por escorbuto;
27- Halitose por higiene bucal deficiente;
28- Halitose por língua saburrosa;
29- Halitose por cárie dental;
30- Halitose por cicatrização de feridas cirúrgicas;
31- Halitose por cisto dentígeno;
32- Halitose por corpos estranhos em região nasal ou aero-digestiva;
33- Halitose por medicamentos;
34- Halitose por alterações intestinais;
35- Halitose por estados febris;
36- Halitose por desordens neuropsíquicas;
37- Halitose por retículo-endotelioses não lipídicas;
38- Halitose por ingestão de alimentos de odor carregado;
39- Halitose por absorção de substâncias através da pele e/ou mucosas;
40- Halitose por macroglobulinemia;
41- Halitose por hemofilia;
42- Halitose por crioglobulinemia;
43- Halitose por policitemia vera;
44- Halitose por leucemia;
45- Halitose por púrpura trombocitopênica;
46- Halitose por sífilis;
47- Halitose por doença de Letterer-Siwe;
48- Halitose por granulomatose de Wegner;
49- Halitose por Herpes Simples;
50- Halitose por doença de Von-Willembrand;
51- Halitose por anemia aplásica;
52- Halitose por agranulocitose;
53- Halitose por mononucleose;
54- Halitose por trombocitemia;
55- Halitose por doença exantemática;
56- Halitose por granuloma eosinofílico;
57- Halitose por doença de Hand-Schüller-Christian.
Entre outras.
É POSSÍVEL MEDIR A HALITOSE
Até cerca de alguns anos atrás, a medida dos gases responsáveis pela halitose somente era possível, através da utilização do olfato.
Felizmente hoje, contamos com aparelhos no Hospital Paulista para mensurar com exatidão os níveis de halitose, que são analisador pelo Halimeter onde a carga de compostos sulfusos voláteis (CSV) é analisada.
São estes CSV os responsáveis pela halitose.
PORQUE O INDIVÍDUO COM HALITOSE NÃO PERCEBE O PRÓPRIO HÁLITO?
Muitas vezes o indivíduo com halitose não percebe o próprio hálito, pois o olfato se acostuma com o mau odor. Chamamos isto de fadiga olfatória.
Desta forma, muitas pessoas que sofrem de halitose não procuram tratamento, e consequentemente acabam sofrendo discriminação social importante, sem saberem a causa.
Assim sendo, uma das maneiras para a pessoa saber se tem ou não halitose é perguntando para alguém de sua intimidade e confiança. No entanto, este é um procedimento onde ambas as partes geralmente não se sentem à vontade. Além disso, a percepção de odor varia de indivíduo para indivíduo e de dia para dia (não sendo possível mensurar a halitose com precisão). Para se conseguir uma avaliação eficaz e cientificamente comprovada deve ser feito o exame adequado.
MAU HÁLITO (HALITOSE) TEM CURA?
É importante dizer que o mau hálito é um sintoma e não uma doença. Ele revela que algo no organismo está em desequilíbrio, que tem que ser detectado e tratado.
A halitose acaba por isolar o indivíduo do convívio social ou então faz com que ele se retraia e tenha até problemas profissionais (vendedores, médicos, professores etc.). Quem sofre do problema já procurou especialistas de diversas áreas, nem sempre com um resultado satisfatório.
Normalmente, o paciente já na primeira sessão apresenta resultados excelentes; entretanto em casos mais graves, faz-se necessário uma segunda sessão para eliminação completa do problema.
Marque uma consulta. Elimine o medo de falar de perto ou beijar.
Dr. Sérgio Salomão Abdalla Caruí - CRM 101580Para maiores informações envie um email para
drs@hospitalpaulista.com.br
COMENTÁRIOS DE NOSSOS PACIENTES:
"Fiquei feliz resolveu totalmente o problema,agora meus familiares não reclamam mais de meu mau hálito"
> T.N, 68 anos
"Gostei muito do tratamento,no meu caso,foi um questão de mudança de hábito.No inicio da um certo trabalho depois você se acostuma,e no final das contas vale muito a pena"
> M. A., 30 anos
"Foi bom conhecer o Dr. Salomão e ter a oportunidade de saber como tratar o problema de mau hálito.Daqui para frente vou ter a oportunidade não molestar inoportunamente as pessoas ao meu redor com meu mau hálito. Obrigado(a)"
> A. T G. 22 anos
"Resolveu. Melhorou muito, desde a primeira consulta por que foi realmente detectado o problema. Encontro-me curado e estou contente e feliz com resultado.Recomendo e julgo ser necessário para os que sofrem deste mau, melhorou a auto estima e o convívio social."
> R. P. C. 46 anos