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Glaucoma

O Glaucoma é uma doença ocular séria, que pode levar a cegueira permanente se não tratada de forma adequada ou diagnosticada a tempo. No Brasil existem mais de 900 mil pessoas portadoras da doença.

Existem vários tipos de Glaucoma: primário de ângulo aberto, ângulo fechado, congênito, secundário. As formas mais comuns são silênciosas, no seu início, não provocando dor ou incômodo e a perda visual causada atinge primeiramente a visão periférica. Essas alterações sutís podem não ser percebidas sendo por isso importante a realização de exames regulares no oftalmologista para que ocorra sua suspeita e investigação.

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Existem alguns fatores de risco para desenvolvimento de glaucoma já identificados através de pesquisas clínicas: histórico familiar, diabéticos, negros, asiáticos.

Preconiza-se a realização de um exame oftalmológico ao nascer, outro na idade pré-escolar. Durante a adolescência e juventude deve-se realizar exames esporádicos na ausência de queixa ou alterações. Após os 35 anos os exames devem ocorrer de forma mais regular a cada 2 anos pelo menos, após os 60 anos deve-se tentar exames anuais para melhor prevenção de provávies doenças. Na vigência de alguma alteração as consultas e retornos serão determinados pelo médico. No caso do glaucoma a sua incidência aumenta após os 40 anos de idade.

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A investigação do glaucoma normalmente é parte do exame ocular feito pelo oftalmologista. Inclui a medida da pressão ocular acompanhada do exame no nervo óptico em busca de lesões. Na suspeita de alterações outros exames complementares podem ser solicitados como: campimetria (campo visual), paquimetria, tomografia de coerência óptica do nervo óptico e outros.

 

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O ideal é não aguardar a perda visual pois essa é irreversível. O glaucoma não tem cura mas pode ser previnido e controlado. Apesar da pressão intraocular elevada não ser a única causa do glaucoma diminuí-la e parte importante do tratamento. O tratamento do glaucoma inclui o uso de medicações anti-hipertensivas (colírios) e pode-se em alguns casos optar-se pela cirurgia anti-glaucomatosa. Cada caso é avaliado e acompanhado pelo oftalmologista para indicação do tratamento mais adequado.

 

* As informações aqui apresentadas são esclarecimento gerais a população, não dispensa nem substitui a avaliação médica oftalmológica.
Equipe de Oftalmologia Hospital Paulista

 

 

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