Saiba como prevenir-se contra as doenças do inverno

Com as temperaturas cada vez mais baixas, as pessoas tendem a se concentrar mais em locais fechados, o que facilita – e muito – a propagação de vírus e bactérias que causam inúmeras doenças. Entre as mais comuns e relacionadas à Otorrinolaringologia destacamos:  amidalite, otite, sinusite e alergias.

Confira algumas dicas importantes para preveni-las e curtir esse clima da melhor maneira!

Alergias: além de causar muito desconforto ao paciente, as alergias são causadas por reações do organismo a diversos elementos, como pelos de animas, mofo, poeira, perfumes, entre outro.  Espirro, coceira e tosse são os principais sintomas desta doença e o tratamento é específico para cada caso. Indicamos sempre a prevenção, que pode ser feita mantendo os ambientes ventilados, limpos e evitando o contato com substâncias que podem desencadear alergia.

Amigdalite: causada por vírus ou bactérias, é uma inflamação das amídalas que causa dor de garganta, principalmente ao engolir, mau hálito e febre. O tratamento é feito com anti-inflamatórios e, para se prevenir, orientamos aos pacientes que evitem mudanças bruscas de temperatura.

Otite: bastante comum em crianças, a otite é causada por vírus ou bactérias que infectam a garganta e migram até o ouvido, provocando dor, febre e muito desconforto aos pequenos. O tratamento é feito com antibióticos e analgésicos, e a prevenção pode ser feita mantendo limpas as vias aéreas.

Rinite: causada por irritação ou inflamação da mucosa do nariz, é uma das doenças alérgicas mais comuns. Causa espirros, coriza, coceira e entupimento do nariz. O tratamento é feito com medicamentos e vacinas antialérgicas. Para prevenir-se, é aconselhável manter o ambiente limpo.

Sinusite: é a inflamação dos seios nasais, que são cavidades no crânio em torno do nariz. Provocada por alergias ou infecções por vírus ou bactérias, causa dor de cabeça, pálpebras inchadas, nariz entupido, secreção nasal e dor nos olhos. O tratamento pode ser feito com corticoides, descongestionantes e antibióticos no caso de infecção bacteriana. Para prevenir a sinusite, o descongestionante nasal pode ser usado por um curto período quando há coriza.

Acreditamos, ainda, que uma alimentação adequada, hidratação, prática de atividade física e uma boa noite de sono são recomendadas para fortalecer a imunidade do corpo e prevenir-se de doenças.  Porém, no caso de sintomas de alguma das doenças citadas acima, o médico deve ser procurado para que seja feito o diagnóstico correto e indicado o melhor tratamento para cada caso. Evite sempre a automedicação! Nós estaremos aqui para cuidar de você!

Tempo seco: um risco sério para nossa saúde. Fique alerta!

Uma chamada sempre importante dos meteorologistas é a umidade relativa do ar, ou seja, a quantidade de vapor d’agua contida na atmosfera. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), o nível ideal para o organismo humano gira em torno de 40% a 70%.

Os meses de inverno em grande parte do território brasileiro são predominantes de tempo seco, quando cai a umidade do ar para menos de 30% o que gera aumento na incidência de problemas como alergias respiratórias e viroses.

Um dos maiores malefícios da baixa umidade do ar é o ressecamento das mucosas das vias aéreas, tornando a pessoa mais vulnerável a crises de asma, infecções virais e bacterianas, o sangue fica mais denso por causa da desidratação e favorece o aparecimento de problemas oculares e alergias, cansaço e dor de cabeça são sintomas que podem aparecer quando faltam água e sais minerais no organismo.

Devido ao tempo seco, os agentes causadores das alergias como poeira, poluição e pelos de animais ficam mais tempo suspensos no ar, fatores que aumentam doenças como rinite e conjuntivite.

 

Como se prevenir?

  • Mantenha-se hidratado, mesmo sem sentir sede beba água

  • Lave as mãos com frequência e evite coloca-las na boca e nariz

  • Aplique soro fisiológico no nariz e nos olhos para evitar ressecamento

  • Dê preferência a frutas ricas em líquidos como melancia, melão e laranja por exemplo

  • Evite a prática de exercícios físicos entre 10h e 16h

 

Outras medidas preventivas importantes são o uso de vaporizadores nos aposentos, manter a casa limpa e arejada utilizando-se de panos úmidos para limpeza. Evitar aglomerações e a permanência prolongada em ambientes fechado.

Ear Parade 2019 – Problemas de audição merecem atenção!

Cabeça e Pescoço: Você sabe quando procurar essa especialidade? Dr. André Forster

Algumas dúvidas podem surgir em relação a especialidade de Cabeça e Pescoço.

Para te ajudar, entrevistamos o Dr. André Forster, Cirurgião de Cabeça e Pescoço do Hospital Paulista de Otorrinolaringologia que nos esclareceu algumas duvidas e nos deu orientações sobre quando procurar essa especialidade

 

A especialidade tem por objetivo fazer um acompanhamento ou investigação de doenças mais graves que acometem a região da cabeça e pescoço, tendo como maior foco o tratamento e cirurgias de tumores benignos e malignos localizados nas regiões da face (nariz, ouvido, garganta, língua e tireoide), intervindo também em casos de nódulos, cistos e lesões de pele na região” esclarece o Dr. André Forster. Em muitos casos esses profissionais trabalham em conjunto com outras especialidades como Otorrinos, Dentistas, Endócrinos, entre outros.

 

Para que não haja dúvidas relacionamos abaixo os casos tratados ou não por esse especialista:

  • Dores de cabeça (tratamento com o neurologista);
  • Dores no pescoço (quando na parte de trás, melhor opção é um ortopedista de coluna, porem se houver nódulos deve ser um caso para o cirurgião de cabeça e pescoço);
  • Tumores cerebrais (tratamento com o neurocirurgião, salvo casos raros que podem necessitar da ação conjunta do neurocirurgião e do cirurgião de cabeça e pescoço);
  • Doenças do ouvido, nariz e garganta (tratamento com o Otorrinolaringologista, mas se houver suspeita de câncer nesses órgãos haverá necessidade de avaliação do cirurgião de cabeça e pescoço);
  • Feridas na pele, boca, afta na boca, dor ao engolir ou engasgos (que sejam suspeitas de câncer, o médico cirurgião de cabeça e pescoço deve ser procurado);

 

Conscientização é o caminho para prevenção

Em 27 de Julho, é comemorado o Dia Mundial da Conscientização e Combate ao Câncer de Cabeça e Pescoço. Prevenir fazendo o autoexame é o melhor caminho. Os tumores se manifestam como nódulos no pescoço ou na face, observe o surgimento de caroços, feridas na boca ou na pele, rouquidão, obstrução ou sangramento nasal. Saiba que tumores em fase inicial não causam dor, por isso não espere o sintoma para procurar um médico. Há uma grande chance de cura quando o caso é detectado no estagio inicial. Não podemos deixar de citar alguns vilões dessas doenças que são o tabagismo e o alcoolismo, eles são os grandes responsáveis pela maior parte de lesões malignas de cabeça e pescoço.

O Dr. André enfatiza sobre a importância de se procurar um especialista quando tiver a suspeita de tumores nas regiões da cabeça e pescoço, além das prevenções que podem ser feitas através de mudança de hábitos a fim de evitar as chances de adquirir essas doenças.

 

Dr. André Forster – Cirurgião de Cabeça e Pescoço.

Setembro Azul

Saúde auditiva: o melhor caminho é a prevenção!

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), quase 10 milhões de brasileiros possuem algum grau de deficiência auditiva. Algumas ligadas ao envelhecimento natural da audição outros, porém, devido à falta de cuidado com a audição.

Por isso, conversamos com a fonoaudióloga Milena Nakamura, do Hospital Paulista de Otorrinolaringologia, e ela nos deu algumas dicas de como conservar a nossa audição. Segundo ela, o primeiro passo para desfrutarmos de uma saúde auditiva saudável, principalmente na terceira idade, é a prevenção.

“Quanto mais intensos são os sons, menos quantidade de tempo deve-se expor a ele. Por exemplo, para um nível de 90 decibéis (motor de ônibus, feira livre), é recomendado uma exposição máxima diária de até 4 horas. Perto de uma caixa de som, dentro da balada, os níveis podem chegar a 115 decibéis, e desta forma, acima de 7 minutos de exposição já poderá ocorrer algum dano auditivo”, explica a especialista.

Pesquisas apontam um crescimento significativo de jovens com perdas auditivas e sensações de zumbido (ou o chamado tinnitus), que podem ocorrer devido à exposição a ambientes com música alta, shows, fones de ouvido, entre outros, os quais o nível de pressão que o som faz dentro do ouvido pode ser muito prejudicial.

“Na maioria dos casos, a perda auditiva precoce pode ser evitada. Muitas pessoas possuem uma predisposição genética a perdas auditivas na terceira idade, porém acabam acelerando e aumentando o grau dessa perda pela falta de cuidados com a audição”, explica Milena.

 

Como prevenir?

  • Evite ambientes com sons muito altos, e o uso excessivo de fones de ouvidos.

  • Mantenha sua vacinação em dia e o cuidado com sua saúde geral

  • Use protetores auriculares sempre que necessário, seu uso evita que o barulho prejudique sua audição

  • Evite o uso de hastes flexíveis, pois se usado de forma inadequada pode causar algum dano físico, como o rompimento da membrana do ouvido, rolha de cera (por empurrar a cera ainda mais para o fundo do conduto auditivo)

  • Procure periodicamente realizar exames com o médico otorrinolaringologista para verificar o estado da sua saúde auditiva

“Os prejuízos causados pela deficiência auditiva podem ser inúmeros (social, psicológico, perceptíveis). Por vezes, a deficiência é silenciosa e progressiva. Portanto, a prevenção é o melhor caminho para garantir o futuro de uma saúde auditiva”, orienta a fonoaudióloga.

Quando os pais devem ficar atentos a um possível problema de audição nas crianças?

O desenvolvimento da fala está diretamente ligado à audição. Nos primeiros meses de vida, o bebê se comunica com o choro. Com o tempo, os pais começam a perceber as diferenças de cada tipo de chorinho do bebê. Nos primeiros meses de vida ele balbucia alguns sons que ainda não são reconhecíveis por adultos.

Com o passar do tempo, aumenta seu repertório de sons e aí é preciso os pais ficarem atentos às seguintes fases!

Os pais devem ficar atentos quando a criança passou de dois anos e ainda não consegue formar frases curtas, pedir o que tem vontade, chamar os pais e responder a estímulos, alerta a médica otorrinolaringologista do Hospital Paulista, Dra. Renata Garrafa. Neste caso é recomendado procurar atendimento médico imediato.

Durante o atendimento especializado, toda a história de vida da criança é importante, desde o pré-natal – enquanto ainda estava na barriga da mãe – até o presente momento. Informações como saúde ao nascimento e doenças desenvolvidas podem ser fatores de risco para surdez.  A criança passará, então, por avaliação médica, exames e testes de audição e, apenas assim, poderá ser diagnosticada com uma possível perda auditiva.

 

ATENÇÃO! A origem do problema de audição pode ser congênita (do nascimento) ou adquirida, como otites ou mesmo sequelas de outras doenças, como a meningite!

 

Quais as causas adquiridas mais comuns?

Entre as causas adquiridas mais comuns está a Otite Secretora, ocasionada por ‘catarro no ouvido’. Por permanecer com a sensação de ouvido entupido, a criança pode perceber sons em volume mais baixo e de forma distorcida, informa a Dra. Renata, que atende cerca de dois pacientes por semana no Hospital Paulista com este diagnóstico. “As cirurgias para estes casos têm bastante sucesso. A criança volta a escutar perfeitamente”, relata.

Após o diagnóstico de perda auditiva, um tratamento individualizado será proposto, podendo ser clínico ou cirúrgico. Algumas causas são reversíveis, outras necessitarão de suporte por toda vida, com uso de aparelho auditivo convencional ou, em casos mais severos, de implante coclear.

IMPORTANTE! Quanto mais cedo a criança que tem algum grau de perda auditiva for diagnosticada menor será o impacto em seu desenvolvimento de linguagem. Os pais devem estar atentos a esta evolução. Qualquer atraso no desenvolvimento da linguagem pode ser sinal de deficiência auditiva e precisa ser investigado para que não haja interferência no aprendizado da criança.

Para as crianças diagnosticadas com surdez profunda, a cirurgia de implante coclear deve ser indicada o mais rapidamente, com limite máximo até os 4 anos de idade. “As crianças aprendem a ouvir, distinguir sons e compreender o que escutam até os quatro anos de idade, por isso o diagnóstico deve ser feito o quanto antes. Após esse período, ainda que a cirurgia de implante coclear seja realizada, o resultado não será o mesmo”, explica.

Quando procurar um otorrinolaringologista?


A Dra. Renata indica que a criança passe por uma consulta com um otorrinolaringologista entre um e dois anos de idade. “Nesta faixa etária, é possível fazer o diagnóstico e tratar com sucesso”.

Fique atento aos sinais!

É tempo de torcer! Mas você sabia que o som alto pode prejudicar sua comemoração?

Junho já começou e estamos em ritmo de Copa! Serão dias de juntar os amigos para fazer aquela festa e, como bons brasileiros, a torcida é fervorosa e alegria e animação marcam esses dias que também são cheios de barulho, muito barulho!  E é sobre ele que vamos falar por aqui! O Dr. Gilberto Ulson Pizarro,  Médico Otorrinolaringologista do Hospital Paulista, orientou sobre como o som alto, buzinas e vuvuzelas  podem  prejudicar nossa audição.

Quer esteja em um estádio, bar ou até mesmo em casa, o som alto pode causar algumas lesões sérias aos nossos ouvidos, comprometendo nossa audição.  De acordo com a Organização Nacional de Saúde (OMS), um ruído acima de 50 decibéis já pode ocasionar lesões aos nossos ouvidos.

Para se ter uma ideia, o teste de som de trinta e uma cornetas, segundo a Protest em associação com Associação Brasileira de Otorrinolaringologia (ABORL),  encontrou vinte e duas com sons acima de 120 decibéis, sendo que a megacorneta chegou a 129 decibéis (compatível com o som de tiro).

As vuvunzelas dentro de um estádio de futebol chegaram a 127 decibéis. Os bares e restaurantes fechados que, em média, apresentam sons de 65 a 70 decibéis quando associados a comemoração chegam a  100 ou mais decibéis.

A primeira situação (estádio de futebol) pode causar um trauma acústico imediato e a segunda e a terceira (bares e restaurantes fechados), por ficar mais de cinco minutos constantes, tem um risco de lesões aumentado e de maior gravidade. Essas situações podem trazer consequências, como:

 

  • Irritação: o som é um sinal de alerta para o nosso corpo, os ânimos ficam aflorados podendo levar e discussões, brigas, estresse, aumentando a pressão arterial, frequência cardíaca e liberação de substâncias toxicas para o organismo.
  • Lesões: diretamente dentro do ouvido, que varia desde um apito temporário até perda completa da audição.
  • Tontura: devido ao líquido do ouvido ser o mesmo do labirinto (orgão responsável pelo equilíbrio) o mesmo pode ser atingido provocando de tonturas leves e até vertigens duradouras.
  • Perdas auditivas: dependendo da intensidade (volume) do som e do tempo de contato pode-se ter um trauma temporário ( de minutos até 3 dias) ou  definitivo (por exemplo, som acima de 110 decibéis por mais de 4 minutos de exposição).
  • Zumbido: aquele barulhinho pode ficar por alguns dias ou definitivamente, onde os tratamentos são bem difíceis.

 

Se alguns desses sintomas aparecer, é preciso procurar um médico otorrinolaringologia para realizar exames.

O que podemos fazer preventivamente para não deixar de curtir a Copa?

Dr. Gilberto Ulson Pizarro dá dicas valiosas para nós!

  • Em bares: tente ficar em espaços mais abertos. Evitar ficar próximo das fontes sonoras é uma das melhores maneiras de se prevenir; procure por lugares mais tranquilos sempre.
  • Em estádios: em lugares fechados, com muito barulho, use sempre protetores auriculares. São de preços acessíveis e bons aliados a prevenção.

 

Vamos aproveitar esses dias com segurança e responsabilidade.

Afinal queremos ver e OUVIR  muitas outras copas!

Hospital Paulista investe em equipamentos para diagnóstico de vertigem

Tontura, dificuldade para focar a visão e falta de equilíbrio são alguns dos sintomas de uma pessoa com suspeita de vertigem ou doenças do labirinto. Para que o diagnóstico correto seja realizado são necessários exames que – muitas vezes –  causam ainda mais incômodo ao paciente. Por isso, o Hospital Paulista de Otorrinolaringologia investe em tecnologias que aumentem o conforto do paciente como, por exemplo, os equipamentos v-Hit e a Videonistagmografia Infravermelha.

O v-Hit, segundo o médico Dr. Ricardo Dorigueto, oferece benefícios importantes ao paciente. “Ele é um teste novo que avalia o labirinto de uma forma mais confortável do que o exame tradicional, que tem mais de 100 anos e que consiste em jogar ar frio e morno próximo ao ouvido de quem passa pelo exame, fazendo com que o labirinto seja estimulado”.

De acordo com o médico do Hospital Paulista, a avaliação feita por meio dos novos equipamentos conta com a ajuda de um óculos com acelerômetro, que mede a velocidade, e uma câmera que chega a capturar 265 imagens por segundo. Durante os 15 minutos de exame, o paciente recebe estímulos cerebrais usados no desenvolvimento de atividades diárias que exigem movimentos rápidos e/ou reflexo, como atravessar a rua ou reagir a algum som. Logo depois dos testes, um gráfico é exibido na tela do computador e, por meio dele, o médico consegue avaliar e fazer o laudo imediatamente.

“Com o exame tradicional, o paciente precisa ficar dois dias sem tomar remédios para tontura e não pode realizar a avaliação sem um acompanhante, uma vez que o procedimento pode agravar os sintomas da tontura. Já com o v-Hit, ele não precisa de preparo e, além disso, pode vir sozinho, pois não terá tontura”. O médico enfatiza ainda que é possível fazer o exame mesmo com crises de labirintite.

Mas, não é só o paciente que é beneficiado pelo aparelho. “Para o médico, a grande vantagem é que ele avalia mais estruturas do labirinto do que o exame normal e, desta maneira, oferece um diagnóstico mais preciso. Enquanto o exame antigo analisa um dos cinco sensores do labirinto, o v-Hit avalia três.”, explicou Dr. Dorigueto.

Apesar de exibir um resultado mais preciso, o médico do Hospital Paulista alerta que ainda assim existem outros exames que precisam ser feitos e, um deles, é a Videonistagmografia Infravermelha. “Diferentemente dos exames com fios, este aparelho avalia o quadro do paciente com filmes e dá um resultado muito mais preciso com relação à parte neurológica do sistema do labirinto. Ele aumenta muito mais a chance de encontrar uma lesão escondida do que os exames tradicionais feitos pelo método analógico.”, finalizou.

i-CAT: uma tecnologia de ponta presente no Hospital Paulista de Otorrinolaringologia

O i-CAT, tomógrafo de alta tecnologia e de extrema precisão, tem como função gerar imagens da face em 3D, auxiliando nos diagnósticos de doenças relacionadas aos seios nasais, nariz, ouvidos e ATM (articulação temporomandibular).

“O i-CAT é um aparelho diferenciado, primeiramente pela carga baixa de radiação que utiliza, o que aumenta a segurança do paciente durante a realização do exame.

Também possui uma estrutura aberta, não gerando fobia. O tempo de aquisição (tempo para realizar o exame) também é um diferencial, como dura por volta de 5 segundos, evita-se perda de material por conta do movimentação do paciente”, informou Eduardo Mello, supervisor de radiologia médica no Hospital Paulista.

Eduardo aponta outra vantagem competitiva do tomógrafo: “adereços como piercings ou procedimentos odontológicos, como obturações e implantes, não interferem na imagem, como pode acontecer em outros equipamentos de igual função”, finalizou o  radiologista. O i-CAT também pode ser utilizado por profissionais de Odontologia para a realização de panorâmicas e outros procedimentos.

 

Mais informações sobre o i-CAT

Eduardo Mello

Sala de Radiologia

Consultório 7 – Andar Térreo

5087-8747