Campanha de vacinação contra a gripe – Influenza

Iniciada em 10 de abril, a campanha nacional de vacinação contra a gripe, está disponível nas redes privadas e públicas, e age contra os principais tipos de vírus que causam o problema.

Na rede pública, está disponível para o grupo considerado de risco:

  • Gestantes
  • Idosos
  • Crianças até seis anos
  • Mulheres que tiveram filhos há até um mês
  • Profissionais da saúde
  • Pessoas com doenças crônicas

A vacina disponibilizada gratuitamente pelo SUS é a trivalente, que protege do H1N1, H3N2 (circulação mais restrita) e influenza B (Victoria).

Já na rede privada, custa entre R$ 100,00 a R$ 180,00, e a vacina é a quadrivalente, que tem proteção adicional contra influenza B (Yamagata)

No Brasil, são 240 casos de influenza e 50 mortes apenas em 2019, sendo 98% dos casos de H1N1.

Muitos acreditam que a temporada de gripe é em junho ou julho, mas na verdade é no inicio do outono, em abril.

Resfriado x gripe

O resfriado possui sintomas leves, como coriza, mal-estar e nariz entupido. Já a gripe, traz sintomas mais pesados. É o caso do nariz congestionado, tosse, dor de garganta, febre alta e coriza intensa. Geralmente, os casos de gripe chegam ao Hospital Paulista, pois o nariz, uma das especialidades, é a porta da frente para os sintomas. No geral, são entre 80% e 90% os casos.

No Hospital Paulista, os pacientes com esses problemas são enviados para uma triagem, onde os especialistas analisam os casos e iniciam o tratamento. Se identificado H1N1 entre os casos, uma notificação é enviada para o Ministério da Saúde e o paciente é encaminhado ao hospital de referência.

E por que existe o aumento de casos?

Com o outono, as pessoas se aglomeram mais, em shoppings, em casa e em ambientes fechados e o vírus passa de uma pessoa para a outra, ocasionando a gripe.

 

Vale lembrar que a vacina não protege de resfriados e gripes leves, mas sim das manifestações mais agressivas. Além disso, a cada ano a dose é atualizada, pois o vírus muda.

Importante!

Os pacientes que sentirem os sintomas por mais de cinco dias, devem procurar um atendimento com urgência.

 

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